Quem já provou sabe... deixar o algodão-doce tocar o céu da boca , derretendo inesperadamente e deslizando pela língua de forma quase etérea, pode ser uma aventura inesquecível, imperdível e inimaginável...
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Lembrança que alimenta
É lá...
... que compro: alfinete pra pregar margarida no cabelo. óleo de banana para remover esmaltes. sininhos para pendurar nas orelhas. pele de onça pra me embrulhar na noite escura e não ter medo nunca , de nada. água de bica para borrifar no rosto quando o sol fica vermelho à pino. cheirinho pra perfumar as dobras do joelho. e, um tanto quanto de outras coisitas mais...Houve uma vez um verão...

domingo, 8 de fevereiro de 2009
Pensamento Chão
“Só sei guardar segredos dos outros...
... os meus conto pra todo mundo.”
Viviane Mosé
Livro para desfolhar : Pensamento Chão
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Fragmentos...
Rumbora Rimbaud
A alquimia do verbo
“A mim. A história de uma das minhas loucuras.
Desde há muito eu me vangloriava de possuir todas as paisagens possíveis, e me pareciam irrisórias as celebridades da pintura e da poesia moderna.
Gostava das pinturas idiotas, capitéis, cenários, telas de saltimbancos, tabuletas, iluminuras populares; a literatura fora de moda, latim de igreja, livros eróticos sem ortografia, romances de nossas avós, contos de fadas, livros infantis, óperas antigas, estribilhos idiotas, ritmos ingênuos.
Sonhava com cruzadas, viagens de descobertas da quais não existem notícias, republicas sem historia, guerras religiosas sufocadas, revoluções de costumes, deslocamentos de raças e continentes: eu acreditava em todos os encantamentos.
( Arthur Rimbaud )
Rebelião
Poentes
BLUSA FÁTUA - Maiakóvski
Costurarei calças pretas
com o veludo da minha garganta
e uma blusa amarela com três metros de poente.
pela Niévski do mundo, como criança grande,
andarei, donjuan, com ar de dândi.
Que a terra gema em sua mole indolência:
"Não viole o verde das minhas primaveras!"
Mostrando os dentes, rirei ao sol com insolência:
"No asfalto liso hei de rolar as rimas veras!"
Não sei se é porque o céu é azul celeste
e a terra, amante, me estende as mãos ardentes
que eu faço versos alegres como marionetes
e afiados e precisos como palitar dentes!
Fêmeas, gamadas em minha carne, e esta
garota que me olha com amor de gêmea,
cubram-me de sorrisos, que eu, poeta,
com flores os bordarei na blusa cor de gema!
(Tradução: Augusto de Campos)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Brejo das almas
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Desejo os tecidos dos céus

Ornamentados com a luz dourada e prateada,
E os azuis e negros e pálidos tecidos
Da noite, da luz, da meia-luz,
Eu os espalharia debaixo dos teus pés:
Mas eu, pobre, tenho apenas os meus sonhos;
Eu espalhei os meus sonhos debaixo dos teus pés;
Pisa suavemente, pois é sobre os meus sonhos que pisas.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Little Joy
Hoje (29/01/2009) no CLASH CLUB, o grupo formado por Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Fabrizio Moretti (Strokes) e pela cantora Binki Shapiro- se apresenta na capital paulista a partir das 21:00hs.
"Gravado na Califórnia, o CD tem 11 faixas. A canção que abre o CD, a bilíngue The Next Time Around, é uma que lembra Los Hermanos, mas é em Brand New Start e Keep me in Mind (cantadas em inglês como a maioria) onde se dá melhor a química Hermanos + Strokes. Mas há também uma ponta de melancolia, em faixas como With Strangers. A única com letra inteiramente em português é a que encerra o álbum, Evaporar, já gravada por Amarante no CD Lanny Duos, do lendário guitarrista Lanny Gordin"
Little Joy. Clash Club (600 lug.). Rua Barra Funda, 969. Tel. (011) 3661-1500. 28/01 e 29/01 - Show Extra 05/02.
http://www.clashclub.com.br/
Little Joy
Composição: Fabrizio Moretti
São objetivos de mais (em demasia)
Para medir o seu valor
Para buscar o peso em ouro
Sentado próximo ao parapeito de marfim
O quanto mais longe você olha
Mais longe você estará
Não é o bastante definir os termos
Se nada aventurado, nada aprendido
Apesar das probabilidades estarem contra
Em tempo, eu serei seu
É como é para ser
Acomodado em você mesmo
Varrendo poeira de pedras
Com uma carta para casa
De volta aonde as horas duram
As coisas simple convidam o prazer (entusiasmo)
Se somente tomando conhecimento pela vontade
Não é o bastante definir os termos
Se nada aventurado, nada aprendido
É como sempre foi
E onde a sorte há de te levar
Saiba, o caminho é o fim, mais que chegar
E queira o dia ser gentil
À tua mão aberta pra quem é
Em tempo, eu serei seu
É como é para ser
E é como sempre foi
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Você conhece a moça da casa do sol ?
HILDA HILST
Para poder morrer
Guardo insultos e agulhas
Entre as sedas do luto.
Para poder morrer
Desarmo as armadilhas
Me estendo entre as paredes
Derruídas
Para poder morrer
Visto as cambraias
E apascento os olhos
Para novas vidas
Para poder morrer apetecida
Me cubro de promessas
Da memória.
Porque assim é preciso
Para que tu vivas.
http://www.hildahilst.com.br/
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Sampoemas
Yumê
O UM IGUAL A ZERO
JAPÃO – MUNDOS FLUTUANTES

Radiohead
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Poética do choque
Poética da subversão do real (o surrealismo na poesia)
Dia 06/02, sexta-feira, às 20 horas: palestra de Claudio Willer
Dia 07/02, sábado, às 20 horas: palestra de Roberto Piva
Dia 08/02, domingo, às 20 horas: recital com Claudio Willer, Roberto Piva, José Geraldo Neres.
Participação especial do poeta e tradutor chileno Leo Lobos.
É na Casa da Rosas, lembra ?
Poéticas da concisão
Dia 31/01, sábado, às 20 horas: palestra de Danilo Bueno
Dia 01/02, domingo, às 20 horas: recital com Marcelo Tápia, Danilo Bueno, Hélio Neri, Dila Galvão
Não esqueça: na Casa das Rosas, apareça!
PLURIVERSOS, CAMINHOS DA POESIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
Tudo isto que está no título e mais além: Ciclo de palestras e recitais na Casa das Rosas que buscam mapear o cenário atual, apresentando ao público as principais tendências poéticas, que em seu conjunto mostram a riqueza e a diversidade da poesia mais recente.
Só não vai quem tem encontro com Alice dentro do espelho...
"Nenhum ponto inerte anula o viravoltear das coisas"
vira(vol)tear
vidavol(tear)
(atear) fogo até que peito (in)flame
a(tear) fios que até o chão (pre)teje
ate(ar) céu até que Deus
se (encha)
enxame
inguento
mei.a-ca.na
mei.o-tom
mei.o-di.a
extrema-unção
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
A Moça do Sonho
(auto-retrato na Ilha) Chico Buarque
Composição: Chico Buarque / Edu Lobo
Súbito me encantou
Jamais
...
Não poderia deixar de ter...
Sou uma moça de antigamente...
na minha agenda, do ano passado, por exemplo, tem:
Semana de Chico

Porque Era Ela, Porque Era Eu
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Eu não sabia explicar nós dois
Ela mais eu
Porque eu e ela
Não conhecia poemas
Nem muitas palavras belas
Mas ela foi me levando pela mão
Íamos todos os dois
Assim ao léo
Ríamos, choravamos sem razão
Hoje lembrando-me dela
Me vendo nos olhos dela
Sei que o que tinha de ser se deu
Porque era ela
Porque era eu
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Coisas da Flávinha Poetriz - I
Link a pessoa que te “pegou”.
Poste as regras no seu blog.
Passe para 6 pessoas
Avisar os blogs convidados sobre o convite e o post.
Seis aleatóriedades minhas:
1-comprei um curso de violão na banca de jornal para tocar em frente à fogueiras... (só não sei aonde...)
2- descobri que quanto mais velha me torno mais me pareço com minha mãe no quesito: flores! (agora entendo porque ela gostava tanto de por flores no cabelo)... é um instante mágico mesmo.
3-não consigo não beber coca-cola, embora tome suco de soja todos os dias...
4-eu adoro filhos alheios (sobrinhos mais ainda!)
5-achei que quando crescesse moraria dentro de uma biblioteca, dentro da minha casa... ( o tempo, por enquanto, me mostra que eu moro dentro de planilhas e relatórios) mas, meus livros ainda estão por todos os cantos e, eu quero logo, morar dentro deles!
6-eu não cumpro meus planos, mas obedeço minhas regras. fácil ? nem tanto...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Moça da Tarde
La Belle de Jour (Alceu Valença)
Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
A moça no meio da tarde
De um domingo azul
Azul, era Belle de Jour
Era a bela da tarde
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um domingo azul
La Belle de Jour
La Belle de Jour
Era a moça mais linda de toda a cidade
E foi justamente pra ela
Que eu escrevi o meu primeiro blues
Mas Belle de Jour, no azul viajava
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um domingo azul
La Belle de Jour...
sábado, 27 de dezembro de 2008
Explore este sabor
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Natal
Natal pra mim é debaixo de asa da minha mãe, é no colo dos meus irmãos, é no sorriso dos meus sobrinhos e no coração do homem que escolhi para ver estrelas. Natal não é simples, como muitos dizem. Natal não tem nada de calmaria e zen-budismo. Natal é frisson, é frenesi, são luzes piscando, são pessoas passando, peru passando, tender passando, chester passando, ai meu deus que em janeiro quem estará passando sou eu: do peso! No Natal a gente reinventa o passado do jeito que bem quer. Resgata lembranças felizes e transforma as peraltices em fantásticos movimentos inimaginados, somos stars. No Natal, tudo brilha mais forte e a casa da minha mãe parece muito mais colorida e cheia de vida. Foi-se o tempo, que ela nervosa, achava que não daria tempo de fazer toda a comida (e olha que sempre deu, sempre dava). Hoje, ele já descobriu, sempre dá. No Natal, a gente bebe champagnhe de forma muito mais elegante. A gente faz brindes, brilha os olhos, até o coração acelera de tanto bem querer. Nos Natais, da minha vida, os livros ficam na estante, e sempre alguém ganha mais um, pede mais um, quer muito mais. No Natal, eu sinto a juventude me tomando de assalto e tenho vontade de fazer tudo ao mesmo instante, tenho vontade de comprar todos os presentes do mundo pra todo mundo, tenho vontade de escrever cartas imensas, tenho vontade de ligar para pessoas que não ligo há anos, tenho vontade de enfeitar tudo com sete fitas colorida... imagina... Para mim, Natal é família unida, é um sonho de um ano bom e é o desejo de que aquele instante, aquele noite, aquela ceia... dure para sempre...
sábado, 20 de dezembro de 2008
Stick & Sweet Tour
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Se Deus não existe...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
“… Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira: compreendo, sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe, berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou quem cruzo esses dois portos gelados da solidão é mera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o eterno do perecível, loucos”.sábado, 13 de dezembro de 2008
Vai vadiar...
Mariana AydarCom o pé no batuque e outro na modernidade, a jovem cantora reverencia os velhos mestres e a nova geração de compositores.
"Vamos fazer uma festança
Este capítulo não é sério.
Mediação Sandra Vasconcelos
Exposição - Saramago

Quando: 29 NOVEMBRO DE 2008 A 15 FEVEREIRO 2009
http://www.institutotomieohtake.org.br/programacao/expocartaz/tecartaz.htm
Objecto Quase
A bagagem do viajante
Meu pai partiu em 2001. Não foi no ano da morte de Ricardo Reis, foi no ano que conheci Sir O`William. Achei que Deus fazia uma troca, um Rei por um Príncipe. Aceitei. De vez em quando sinto uma saudade danada daquele meu moço bonito de olhos azuis e de pele tão alva quanto um clarão de luz. Nestas horas, dá vontade de fazer um cafuné, de fazer uma graça naquela barba, de dar um cheiro entre os cachos dos cabelos...
Afago então, as letras e a calva do Saramago e coisas mágicas acontecem...
Pague quanto puder
O INSTANTE, O ESCURO
Quando: Sábados, 18h30 (Sessão extra 14/12, 16hs)
Onde: Espaço dos Satyros Dois, pça Roosevelt, 134
Quanto: Pague quantoTemporada: Até 20 de dezembro
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Protocolos críticos
Ensaístas, professores, sociólogos, poetas e tradutores examinam e questionam o ofício da crítica literária, cuja essência é, justamente, o exame e o questionamento.Como se comporta a crítica diante de novos gêneros e, mais ainda, diante das metamorfoses da cultura literária? Qual o lugar da crítica nos novos meios e veículos de comunicação? Que direção tomaram as formas do discurso crítico?Essas são algumas das indagações do Seminário Internacional Rumos Literatura, com curadoria do tradutor e professor Samuel Titan Jr.
Realizado entre 16 e 18 de dezembro, na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, o seminário encerra a edição 2007-2008 do Rumos Literatura.
Também será lançado o livro Protocolos Críticos, resultante do programa. Consulte a programação completa: http://www.itaucultural.org.br/
O coração do homem bomba
POCKET-SHOW terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Vamos ler com Tom Zé ?
Abraços, e, Brasília, até amanhã. Beijos."
Tom Zé
Animais em extinção
domingo, 7 de dezembro de 2008
Salve os "tri-colors" paulistas...
"Lindo e fanatico é pouco.
A Musa Chapada
o anjo sujo, esfarrapado
remela nos olhos
cabeça feita
bate as asas sob o céu lilás
:
luas se dissolvem
(comprimidos de sonrisal
na fornalha da noite)
música que não cessa
minha mão dentro da sua
veias são nervuras
golfinho saltando
na pele das costas
vênus vestindo
um manto de água
a ninfa chapada
de olhos elétricos
cores girando
no abismo sem fundo
dança de estrelas
no teto da sala
dois sóis em cada ontem
três vozes
na voz de quem cala
*****
Lançamento 08-dez-2008

sábado, 6 de dezembro de 2008
Los Super Elegantes
mas, super elegante, com certeza.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Saramago, o Elefante e a Viagem

SESC Pinheiros
Dia(s) 27/11
Quinta, às 20h30
domingo, 23 de novembro de 2008
Quadro cênico
Pina BauschOs lentos movimentos cadenciados, os pequenos movimentos perfeitamente planejados, são de uma delicadeza ímpar.
Quando tiver chance, Fale com Ela... é puro deleite.
Redançando a história corporal
Pina Bausch (coreógrafa Alemã)Escrever [e dançar] é tantas vezes lembrar-se do que nunca existiu. Como conseguirei saber do que nem ao menos sei? assim: como se me lembrasse. Com um esforço de memória, como se eu nunca tivesse nascido. Nunca nasci, nunca vivi: mas eu me lembro, e a lembrança é em carne viva.
Jokerman
Talvez esta não seja uma canção para domingos de sol, mas Bob Dylan vale a pena nas mais diversas horas do dia, inclusive no café-da-manhã do final de semana...
"É um mundo sombrio, céus são escorregadiamente cinzentos
Uma mulher acabou de dar à luz a um príncipe hoje
E o vestiu de escarlate.
Ele irá pôr o padre no bolso, pôr a lâmina para aquecer,
Tirem as crianças sem mães da rua
E coloquem-nas aos pés de uma meretriz.
Ó, Curinga, você sabe o que ele quer,
Ó, Curinga, você não demonstra nenhuma reação... "
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Você gosta de coelhinhos ?

Sinopse: O ator, escritor e professor Jorge Miguel Marinho encena o conto "Carta a uma senhorita em Paris", de Julio Cortázar, um dos escritores mais relevantes do Realismo Fantástico. O tema da busca de identidade num mundo esvaziado de sentido, o sentimento de ser "diferente" e a experiência de viver como jogo, aventura e desafio está presente nesse texto que vem inquietando e sensibilizando leitores de todos os tempos, e agora o espectador. Como toda a obra de Cortázar que é convite ao diálogo e só acredita na literatura a serviço da vida, esta "Carta" pergunta ao próprio personagem e sobretudo aos espectadores: "É mais absurdo o absurdo da realidade ou o absurdo da fábula, da arte, da ficção?". Evento gratuito.
Data: 29/11 - sábado
Local: Av. Paulista, 509 - Cerqueira César -
Tel.: 2167-9900Horário: às 17h
Peça: Carta a uma senhorita em Paris
Com Jorge Miguel MarinhoLivraria Martins Fontes
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Rarefato
CARTA A KIRILOV
(do livro Rarefato – por Frederico Barbosa)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Feliz Aniversário Sir O`William
Eu te amo simplesmente sem complicações ou loucura
Então te amo assim porque não conheço outra maneira
Tão perto quanto tua mão em meu peito
Tão perto que quando fecha teus olhos eu adormeço... "
Eu te amo porque te amo e isto não tem explicação dentro de mim. Eu te amo porque você me faz rir (com o teu riso e com os clássicos e fantásticos "hoje quem eu sou ?" ) . Eu te amo porque você me faz adormecer em paz (sem pesadelos). Eu te amo porque você me provoca (com o teu desejo) . Eu te amo porque você me alimenta (com teus sonhos e com tua culinária). Eu te amo porque tomar o café-da-manhã ao teu lado é algo de inesquecível (imperdível e inexplicável). Eu te amo porque teu cheiro é tatuagem na minha pele (e eu o sinto o dia todo). Eu te amo porque tua boca tem o gosto que eu gosto (e eu sempre quero mais). Eu te amo porque você é um homem lindo (e eu não me canso de descobrir belezas escondidas em você). Eu te amo porque você é forte (e me protege de todos os perigos). Eu te amo porque eu tenho sonhos ao teu lado (e isto é o melhor que podemos desejar). Eu te amo porque você não é simples , nem comum (é um misto de mistério e assombro que me seduz o tempo todo). Eu te amo porque você ilumina minha vida (e meus dias se tornam coloridos e cheios de imagens fantásticas). Eu te amo porque você é assim... um grande homem, ainda menino e meu amor.
Feliz Dia de Hoje, moço bonito!
O amor é arrebatamento , é abissalidade e abundâcia.
O amor é busca, é bobice e baleiro.
O amor é cafuné, é comichão e calmaria.
O amor é detalhe, é devaneio e devassidão.
O amor é eclípse, é eletricidade e elixir.
O amor é fúria, é fábula e fecundação.
O amor é gabiru, é gaiatice e gostosura.
O amor é harmonia, é humildade e humores.
O amor é idealização, é ilusão e iluminação.
O amor é jazz, é jubilo e juramento.
O amor é kamikaze, é kant e kirsch (aguardente de cereja).
O amor é labríntico, é labial e lacerante.
O amor é madrugador, é mistérioso e mágico.
O amor é namoração, é nobreza e nudez.
O amor é ostentação, é obcecação e obscenidade.
O amor é paixão, é paladar e palavrão.
O amor é querer-bem, é querer-tudo, é querer-mais.
O amor é regozijo, é rasgadura e raridade.
O amor é sinfonia, é sexo e saravá.
O amor é travessura, é tâmara e tamborim.
O amor é urgência, é uivo e umidades.
O amor é vagareza, é vadiagem e ventania.
O amor é xangô, é xodózinho e xadrez.
O amor é yin , é yang e ypsilone-duplo.
O amor é zelo, é zonzeira e zumbideira.
No fim, o amor é um montão de pequenas coisas do dia-a-dia... por isso, estamos juntos, atados e firmes.













