Corremos . Mas, meus pés aprisionados por pesadas correntes , apodrecem como madeira velha. Caio e não consigo me levantar. Grito, com todas as forças do meu pulmão e o sol invade a noite sem razão aparente . Agora todos os caminhos estão livres, e a rua está fora da casa, e eu estou sozinha dentro dela. Sinto muito frio. Tremo. Os pêlos do meu corpo se eriçam, ficam à espreita, fecham-se como espadas sobre meu corpo desnudo.
De novo, de braços abertos!
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Neste mês de outubro tão especial, tive a alegria de estar novamente com as
alunas e os alunos do *Instituto Educacional Manoel Pinheiro (IEMP)*, em
Belo...


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