domingo, 26 de abril de 2009

André Breton

é minha cobra Nadja, criada.
"Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda. Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior. Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica."
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Um comentário:

Felipe disse...

adorei essa capa,
mãos sobre mãos :O