...destes que a gente não sabe como veio ao mundo. Que tem tanto amor pra dar que uma vida parece pouca e absurda. Era um homem de honra, daqueles de antigamente. Que fazia questão de se orgulhar de muitas coisas, de muitas pessoas e de muitos sentimentos. Era um homem bonito de se ver de perto. Bem de perto, com o olho no olho, mirando aquele azul que mais parecia céu, que mais parecia mar. Era um homem cheio de coração, cheio de boas intenções e de bondades explícitas que não ficavam escondidas no bolso do paletó ou em alguma gaveta por aí.
Era um homem lindo pra se ter como pai, como MEU PAI.

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